quarta-feira, 22 de julho de 2009


Eu fico analisando a muralha que hoje foi destruida, e que tanto de mim dei para erguê-la. Lembro dos dolares que apostei naquele. Lembro das horas que ultrapassei, regras que quebrei, pessoas que passei por cima, e sabe o que eu vejo hoje? Que tudo virou pó. Que a força e determinação foram em vão. Hoje repenso se deveria ter construido um mundo, ao invés da muralha, para assim poder receber pessoas. Fazer o que? afinal de contas, quando tudo acaba, se resume em pó.

4 comentários:

  1. Por mais que a gente não aceite, nada é pra sempre! :/ Adoreeei seu post sanmy, me identifiquei 100% mas é fato que nós construiremos coisas melhores sobre esse pó maligno!!! hehehe Abração amigo!

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  2. O pó tá sendo um problema em Itapuã. Passou hj na reportagem da Tribuna :6. Piadas a parte, amigo, adorei o texto.

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  3. do pó viemos ao pó voltaremos...
    Abraços!

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  4. A melhor forma de se viver é contruindo, não necessariamente muralhas, mas a vida em si. Nada, nenhum movimento é em vão - ação e reação; e ação é reação. Parafraseando o Rond (ai de cima): "Do pó viemos, ao pó retornaremos..."

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