quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Filme: Austrália



Olá pessoal, tudo bem?

Pois bem, para esse feriado peguei três filme para assistir, e acreditem: passei horas na locadora decidindo quais traria para casa. Por fim decidi trazer: 27 dresses (Vestida para casar), Australia e Quills (Contos proibidos do Marquês de Sade). Até agora assisti os dois promeiro filmes,e não consegui seguir para o terceiro antes de me expressar aqui no blog sobre o filme Australia.

Com quase três horas de duração o filme não cansa em momento algum, muito pelo contráriu: nos desperta o desejo de querer mais. Nos deparamos em todo filme com uma fotografia belíssima, um cenário espetacular e atores respeitados no mundo do cinema. A historia, além trazer um belo romance, tem um rico contexto cultural sobre costumes e rituais, relata também uma guerra a qual o mundo sobreviveu e o que mais chamou a minha atenção: a história da comunicação. Claro que eu, um fascinado pela comunicação e pela evolução das mídias, não poderia deixar de notar a cena que a alta classe se reunia, separadamente das demais classes sociais e outras etnias, para presenciar em frente à tela dos cinemas as notícias sobre o início da Segunda Guerra Mundial. E é engraçado trazermos esse fato para os dias atuais, pois hoje recebemos a notícia dentro de nossa casa deitado no sofá assistindo TV, ou cozinhando e escutando a rádio, e até mesmo batendo papo no mensseger e abrindo páginas de jornais on-line.

Voltando ao filme, dentre seus 27 capítulos, uma frase em especial me deixou extremamente facinado: "Não é porque é assim, que deve ser assim." Essa frase entra em um contexto de preconceito no filme, onde negros (que são nomeados como Boongs) e outras pessoas que são mestiças e peões são tratados de forma exclusa na sociedade. Mas, ao decorrer do filme, nos chocamos com a aristocrata inglesa Sarah Ashlay (Nicole Kidman)que, ao se apaixonar pelo rude peão conhecido como Drover (Hugh Jackman), e ao tratar como filho o pequeno mestiço Nollah, enfreta grandes choques de costumes e desafia uma sociedade etnocentrica.

Outro ponto que quero trazer aqui é o fascinante trailler. Com ele, primeiramente, visualizamos a mágica história, porém, depois de assistirmos ao filme, podemos voltar para analisar o trailler e percebemos a incrivel construção deste encima da história do O Mágico de Oz. Assistam a seguir:
video

Pois bem, caros leitores, espero que assistam ao filme, o qual eu recomendo de coração. Me deti o máximo que pude para não desvendar os mistérios que o filme traz, aliás quero que vocês se surpreendam tanto quanto eu. Agora vou assistir Contos proibidos do Marquês de Sade, e espero ficar tão fascinado quanto com Australia.

Abraços

Nenhum comentário:

Postar um comentário