segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Um caminho em vários meus

Agora vou ficar bem quietinho, calminho no meu canto, observando e aprendendo, vivendo e me subestimando. Porque, da vida, eu quero plantar as experiências e colher aprendizados. Dessa vida eu quero todos os sorrisos, todas as lágrimas, os abraços e momentos de solidão. Desejo experimentar um turbilhão de emoções, sentir meu coração acelerar com a adrenalina do cotidiano e apaziguar minha alma em um final de semana aqui, alí ou lá. Eu preciso conhecer também um budista japonês, olhar nos olhos de uma mulher indiana, bater um papo com um velho da alemanha e conhecer a turbulenta vida de jovem norte-americano. Gostaria também de retornar aos lugares que um dia já vivi, para nunca esquecer de onde eu vim e o que tem me tornado, esse tempo todo, este ser humano que sou.



Pelo jeito eu não vou ficar quietinho. Eu vou alçar vôo, vou desvendar o mundo. Quero conquistar a humildade de enxergar as pessoas do jeito que elas são para entender que, as diferenças, na verdade, são uma soma de diversidade e me trará a pluralidade de uma vida cheia de energia, amor, liberdade e respeito.

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